Maleta Infantil para Carros Sapeca on OZ
Olhem só que coisa bacana... não sei o preço, mas ajuda a distrair a criança durante o passeio de carro.
Maga Oliveira
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Eczantema Viral

Vc já ouviu falar?!! Eu não conhecia isso não... Até que minha querida Má me contou que a sua pequena Nayara foi diagnosticada desta forma.
Pesquisando o assunto, achei umas informações interessantes... É também conhecida como Roséola.
A roséola é uma daquelas doenças inofensivas da infância mas que deixam os pais malucos de preocupação. Ela começa com uma febre bem alta, sem explicação, e atinge principalmente crianças entre 6 meses e 6 anos, predominando nas menores de 2 anos. A roséola é causada por um vírus, o vírus do herpes humano tipo 6 (HVH-6) e 7 (HVH-7), e é transmitida pela saliva. É difícil identificar onde ocorreu o contágio, porque a roséola é transmitida quando a erupção de pele ainda não apareceu (e portanto ela ainda não foi diagnosticada), e o período de incubação vai de 5 a 15 dias.
A roséola tem um padrão bem característico, de acordo com o esquema a seguir:
• febre alta, repentina e contínua, que fica entre 38,3 e 42,2 graus, durante três ou quatro dias, e que desaparece tão rápido como veio
• além da febre, sintomas como nariz escorrendo, tosse, uma leve diarréia, falta de apetite e de energia
• quando a febre vai embora, a pele começa a ficar manchada. A erupção costuma começar no tronco, e depois vai se espalhando na direção do pescoço e das extremidades, e desaparece em algumas horas ou em até três dias.
Como precaução, é melhor conversar com o pediatra. A maioria dos médicos prefere ser avisada de uma febre tão alta em uma criança de menos de 2 anos. O médico deve orientá-la a observar a criança e prestar atenção para ver se a erupção aparece depois de alguns dias. Se a febre persistir por mais de três dias ou a erupção for diferente da descrita, é melhor levar a criança de volta ao médico.
Assim como nas outras infecções por vírus, não há tratamento contra a causa da doença, apenas para aliviar os sintomas. Na fase da febre, mantenha seu filho confortável, dando bastante líquido para evitar a desidratação. Administre antitérmicos se a febre estiver muito alta e a criança estiver claramente incomodada.
Depois que a febre vai embora, a criança ainda pode ficar irritada e manhosa por alguns dias, portanto arme-se de paciência. Logo ela estará novinha em folha.
A maioria das pessoas tem anticorpos para a roséola já aos 4 anos de idade, mesmo sem nunca ter tido a doença. Em certos casos, um adulto com o sistema imunológico comprometido, como uma pessoa submetida à quimioterapia, pode sofrer uma infecção devido à reativação do vírus, numa espécie de herpes zóster.
Como praticamente todos os adultos são imunes à doença, em princípio não há nenhum risco. Não existem registros científicos de consequências negativas da roséola na gravidez.
Fontes: Sites Google e Baby Center.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Um booommm tempo depois
No meu último post, estava com 08 meses de gestação. Taaaanta coisa aconteceu de lá pra cá (coisas boas, graças a Deus), e agora espero colocar o blog em dia.
A pequena Maria Beatriz já está grande, com 01 ano e 05 meses, linda de viver !!!
Continuo tentando entender como consegui viver tanto tempo sem esse ser tão amado em minha vida.
A pequena Maria Beatriz já está grande, com 01 ano e 05 meses, linda de viver !!!
Continuo tentando entender como consegui viver tanto tempo sem esse ser tão amado em minha vida.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Algum tempo depois...
sábado, 11 de abril de 2009
Andador: um atraso na vida dos bebês

Como é lindo ver seu bebê com maior liberdade de explorar o espaço mesmo quando ainda não anda, mas usa um andador. O grande erro dos pais – em seu total desconhecimento - é achar que o andador ajudará no aprendizado da criança ao começar a andar. Isso não é verdade. O andador traz prejuízos no desenvolvimento psico e motor do bebê.
Por que será que não é bom? Por vários motivos. A criança desde o nascimento passa por etapas do desenvolvimento em que cada fase serve de base para a próxima. Primeiro sustenta a cabeça, depois rola o corpo para os dois lados, se arrasta de barriga para baixo, senta com apoio, depois sem apoio, engatinha (alguns não passam por essa etapa), ficam em pé para então começarem os primeiros passinhos.
Em todo desenvolvimento motor e de equilíbrio a criança explora o ambiente e os objetos em sua volta, desenvolvendo paralelamente o aspecto neurológico. O bebê tenta alcançar objetos, observa os adultos e suas ações e imita.
O andador força a criança a pular várias dessas etapas essenciais para o desenvolvimento. Ela, por exemplo, não deixa a criança experimentar os “tombinhos” naturais do início do aprendizado do caminhar e, assim, a aquisição do equilíbrio é limitado e pode ainda deformar a estrutura óssea da perna.
Por pular etapas, o andador atrasa o início da marcha. Se o bebê é pequeno para o andador, usará somente as pontas dos pés para movimentar-se, o que poderá causar alguns problemas além do atraso da marcha, como alteração óssea.
Falsa liberdade - A sensação de liberdade que o andador oferece é ilusão. O andador não deixa a criança explorar adequadamente o espaço que está. Um simples objeto no chão e que desperte a atenção do bebê passa a se tornar algo inalcançável para o pequenino, pois o andador não oferece condições para que ele pegue e conheça a peça.
Já o bebê que não usa o andador poderá sentar-se no chão, engatinhar ou ir se apoiando nos móveis até chegar ao objeto desejado. Lembre-se: enquanto manuseia objetos e brinquedos, o bebê está desenvolvendo seu cérebro.
Veja como uma coisa puxa outra. O que pode ocorrer também com as crianças que usam o andador é a falta de estímulos pelos pais. Como a criança gosta do andador por movimentar mais rápido, ficam quietinhas e brincam sozinhas e são “esquecidas” pelos pais. A falta de estímulo pode causar uma deficiência no desenvolvimento neurológico.
Os acidentes que podem provocar graves lesões nas crianças são outro problema relacionado ao uso do andador. Os acidentes mais comuns são os tombos quando as crianças usam os pés para se impulsionarem para trás e batem a cabeça e as quedas em degraus.
De tão prejudiciais e perigosos para as crianças, a venda de andadores em países como o Canadá já é proibida.
O uso do andador compromete muito o desenvolvimento global das crianças. Os pais devem pensar nas conseqüências do andador antes de comprá-los. Não há criança normal que deixou de aprender a andar por falta do andador.
Fonte: Site Guia do Bebê
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Cuidados para não estressar o bebê

Parece haver um consenso, pelo menos por parte daqueles que já passaram pela experiência, de que a chegada do primeiro filho mobiliza muito mais do que a dos outros que vêm a seguir. Trata-se de uma mudança de status radical na vida do casal. Eles dão um salto para uma nova etapa do seu desenvolvimento e avançam uma geração.
Inaugura-se um nova família: Homem e mulher têm novos papéis a desempenhar e novas responsabilidades a assumir como pai e mãe. Deixam de ser cuidados pela geração mais velha, para serem cuidadores de uma geração mais jovem.
No entanto, não é somente a vida do casal que passa por transformações. Toda a família de origem também acompanha este processo. Há uma grande movimentação no campo emocional e todos mudam de status. Cada qual tem um novo papel a exercer. Quem não era, agora passa a ser avô, avó, tio, tia, etc...
Neste meio tempo, surge a necessidade do casal se organizar para encarar as demandas da nova etapa.
Ouvimos normalmente as pessoas falarem sobre chá de bebê, quarto, berço e tantas outras providências práticas. No entanto, raramente ouvimos sobre as tarefas familiares que o casal tem a cumprir para ultrapassar esta etapa com sucesso e que são fundamentais para estruturar as bases do relacionamento da nova família, permitindo um desenvolvimento sadio aos seus membros. Vamos a elas:
* para a chegada da criança o casal precisará abrir espaço tanto físico, na casa onde mora, quanto emocional, no seu relacionamento, que antes era a dois. Isto significa que homem e mulher deverão cuidar de equilibrar, dentro do possível, seus papéis como pai e mãe, marido e mulher, companheiros, amigos, parentes, etc. Mas ainda deverão cuidar muito bem das fronteiras da nova família: como são principiantes, todos se sentem no direito de invadir e dar palpites. O retorno a casa, depois do nascimento do bebê, é delicado. No período em que deveriam ter mais sossego é que recebem o maior número de visitas, com mil conselhos e opiniões de como devem fazer isto ou aquilo. Durante estas visitas, muitas vezes pais e bebê ficam estressados, mas quem acaba expressando esse incômodo é o bebê, através do seu choro desenfreado. É até surpreendente quando, depois da saída da última visita e com a volta ao clima de tranqüilidade da casa, ele milagrosamente pára de chorar.

* não existe manual que ensine como ser pai e como ser mãe. Cada um dos pais viverá, ao seu tempo e ao seu modo, a oportunidade ímpar de desenvolver este aprendizado através da construção da relação com o próprio filho. Deverão aprender a colocar limites e a exercer a autoridade necessária. O casal deverá tomar cuidado para não criticar um ao outro, ou mesmo influenciar na construção da relação que, no caso de pai/filho e mãe/filho, é tão somente a dois; deverá abrir espaço e tempo para intimidade entre as de pai/filho, mãe/filho, homem/mulher, e também para o grupo pai, mãe e filho como família. Cada um dos membros aprenderá sobre esta noção de fronteiras das relações e aprenderá a respeitar seus limites. É como se fosse uma dança que flui, individual, a dois, a três, e até em ciranda de grupo, quando estão com as famílias de origem.
* tanto o homem quanto a mulher trazem de suas famílias de origem um modelo de educação que envolve hábitos, comportamentos, atitudes, cultura, etc. Podemos dizer que este modelo que cada um traz consigo forma uma bagagem de vida, que a todo e qualquer momento deve ser revista conjuntamente, pois são muito diferentes uma da outra. Quando os dois conseguem perceber e aproveitar o que há de melhor em cada uma das duas bagagens para formarem uma terceira, passam a não ter mais necessidade de disputar sobre qual é aquela que educa melhor, se a do homem ou a da mulher. E aí sim, os dois estarão construindo o modelo da sua nova família, para através da sua cumplicidade, dar o melhor e mais precioso presente para seu filho: uma referência única para que ele se sinta seguro e siga o caminho do seu desenvolvimento de maneira saudável.
Apresentamos, a seguir, as tarefas das famílias de origem. Por que não? Se elas também são influenciadas com a chegada do bebê, nada mais justo do que cumpram algumas tarefas, muito simples de se descrever, porém muito difíceis, sob o ponto de vista de cada um dos envolvidos, de se executar. Vamos a elas:
* cabe aos avós passarem para uma posição secundária, de maneira a permitir que seus filhos, agora pais, exercitem a principal autoridade paterna e materna, ou seja, respeitar as fronteiras do casal, na qualidade de pais, e da nova família.
* cabe aos avós, irmãos, tios e primos dos novos pais estabelecerem uma relação carinhosa com a criança, fazendo parte deste período de transição em que a intimidade é permitida, porém, sem a carga de responsabilidade que a paternidade/maternidade requerem.
Portanto, é fundamental que o casal se organize e se adapte às novas circunstâncias desta etapa, para atingir o equilíbrio necessário ao desenvolvimento saudável da nova família. Se surgirem dificuldades, há que se buscar a orientação e os serviços de um profissional especializado.
Ana Silvia Teixeira
Terapeuta de Família
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